Final de campeonato brasileiro. 35 minutos do segundo tempo. No estádio do adversário. Quatro jogadores a menos, expulsos. Com um pênalti contra si. De um lado, o goleiro. Do outro, mais de cem anos de glórias e incontáveis títulos que parecem condenados.
Os normais desistiriam. Os bons perderiam. Mas ali estava o Grêmio. Estavam guerreiros imortais: sete em campo, milhões do lado de fora.
Que ensinaram ao mundo que não tá morto quem peleja. 71 segundos depois, o milagre. A glória. Impensável, indescritível, inimaginável. Inacreditável.
Inacreditável – A batalha dos Aflitos é um documentário longa-metragem que narra a trajetória do Grêmio em seu ano mais difícil e mais maravilhoso. Recheado de depoimentos exclusivos de seus torcedores ilustres e desconhecidos, de jogadores e comissão técnica, com histórias jamais antes ouvidas e imagens para nunca serem esquecidas, não é apenas um filme sobre um time. Nem sobre futebol. É um filme sobre raça, paixão. Sobre luta e sofrimento. Sobre triunfo e redenção. Sobre as coisas que importam na vida. E sobre as coisas que importam mais do que a própria vida.
Beto Souza - Direção
Beto Souza nasceu no ano em que Grêmio conquistou dois importantes títulos: foi Campeão Sul-Brasileiro/Taça da Legalidade, com uma vitória de 2 x 1 sobre o rival citadino, no Estádio dos Eucaliptos, e também Campeão do Estado do Rio Grande do Sul.
Sua paixão pelo Grêmio é quase genética: Beto é filho de Renato Souza, que foi presidente do clube na gestão 1963-1964.
Bacharel em Jornalismo Gráfico e Audiovisual pela UFRGS, Beto Souza trabalha com cinema desde 1985. Já dirigiu e produziu diversos títulos e conquistou vários prêmios nacionais e internacionais tanto com produções em filme, quanto em vídeo.
Entre seus filmes destacam-se Netto Perde Sua Alma - lançado nos cinemas nacionais em 2001 e vencedor de 13 prêmios em festivais no Brasil e no exterior – e Cerro do Jarau , que estreou nos cinemas gaúchos no final de 2005.
Inacreditável- A batalha dos Aflitos é seu terceiro longa-metragem.
Beto é gremista.
Eduardo Bueno - Roteiro
Eduardo Bueno nasceu quando o Grêmio já era um time tri. No caso, tri do Gauchão...
Ao completar 10 anos, Bueno foi ao seu primeiro Gre-Nal e viu o tricolor fazer quatro no seu desvalido rival municipal e, naquela ensolarada tarde de domingo, conquistar o hepta. Assim sendo, em uma década de vida, o jovem gremista já tinha nove títulos no currículo. Mas eram títulos meramente regionais: as conquistas realmente importantes - um Mundial, duas Libertadores, uma Re-Copa Sul-Americana, dois campeonatos brasileiros e quatro Copas do Brasil - viriam na seqüência, coroando uma existência de devoção ao imortal tricolor.
Quando o Grêmio lhe dá uma folga, Eduardo Bueno – também conhecido por Peninha - até que trabalha. Jornalista, passou por quase todos jornais, revistas e TVs do país. Meio cansado da vida das redações - onde há gente que torce por outros times -, Bueno resolveu arriscar-se nas águas da história do Brasil e, nelas, achou seu porto seguro.
Seus livros sobre o período colonial venderam mais de um milhão de exemplares, fato inédito no mercado editorial brasileiro. Inacreditável é o quinto roteiro que Bueno escreveu na atual encarnação e - além de ser o único que saiu do papel - é o único que lhe encheu de alegria e satisfação.Assim como os títulos do Grêmio, outros projetos virão...
Eduardo é gremista.
Mauris Hansen – Montagem e Pós-Produção
Mauris
Hansen é uma pessoa de visão. Nasceu num
ano em que o Grêmio sequer ganhou o Gauchão
e, para piorar, quando o rival foi campeão Brasileiro.
Mesmo assim, optou pelo maravilhoso time que, seis anos
após, também conquistaria o mesmo título
e, na seqüência, outros dois que até
hoje o rival sonha em
conquistar.
Graduado
em Arquitetura e Urbanismo, trabalha há nove
anos como vídeo designer e editor
na área de produção de propaganda
e conteúdo.
Entre
seus trabalhos em produção de conteúdo
para cinema, destacam-se Tolerância,
de Carlos Gerbase (pós-produção),
Caramuru - A Invenção do Brasil,
de Jorge Furtado (pós-produção)
e Cem Anos da Imigração Judaica
(montagem).
Mauris
é gremista.
Lucio Dorfman – Direção Musical
Lucio
Dorfman, produtor musical, nasceu em Porto Alegre no
mês da fundação do imortal tricolor
gaúcho. 72 anos após, claro.
Pianista,
formando em Psicologia, já percorreu uma longa
estrada nos palcos, quando integrava o grupo Engenheiros
do Hawaii. Produtor musical de vários discos,
teve dois destes ( Armandinho e 10.000
destinos ) premiados com o disco de ouro da indústria
fonográfica. No trabalho com cinema, já
compôs varias trilhas e criou desenhos de som
para curtas e documentários.
Curiosamente,
aos 8 anos de idade gravou junto com seu primo um hino
para o título do primeiro campeonato da América,
em 1983. Composto por seu tio Paulo Dorfman, o hino
ficou entre os finalistas no concurso da Rádio
Gaúcha que elegeu o consagrado “Grêmio,
grêmio, nós somos campeões da América!”
– e deu sorte!
Lucio
é gremista.
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